02 setembro, 2006

A estréia na internet.... hehehe

"Garçon, só mais umas aí, vai!"


Quarta-feira, 30 de agosto de 2006


Eu (Mel) e a Jú fomos a um bar que gostamos muito aqui em Santa Maria. Encontramos alguns conhecidos. Por sorte havia lugar para sentar. Não era o melhor dos meus dias. Eu carregava uma pasta com folhas que havia levado para faculdade. Meio desanimada começo a escrever, o que chamou a atenção do Rafael que, então se aproxima. Logo já estávamos escrevendo, e todos os que estavam na mesa, nos acompanharam. Vejam o que saiu nessa madrugada, sob várias cervejas, numa mesa de bar:



Você já parou para pensar?

Texto de: Rafael, Mel, Jú, Ed, Everton, Josias e Alex


Rafael:

Que valores não são cultivados para serem impostos?
Que amor que recebemos não é dívida?
Que temos muito mais que precisamos, mesmo não tendo pedido para estarmos aqui?

Mel:

E quem pode afirmar que não pedimos?

Jú:

Até porque esse pedir é nada mais do que uma forma instintiva do ser humano.
Necessitamos de amor como necessitamos de ar.
Necessitamos desses valores e desse tudo mais para podermos amar.

Ed:

O valor de dizer “Eu te amo” é hipocrisia...
A credibilidade no amor está ligada à confiança.
O confiar só é possível com o convívio.

Everton:

Como é bom o convívio
Ele vem de um sentimento indescritível
Pode trazer muita alegria
“Pero” precisamos pensar “siempre” em si mesmo.
E não podemos deixar de viver o presente, lembrando sempre do amanhã.

Rafael:

Mas quem pode dizer que pedimos, senão mais que construímos o que somos?

Mel:

E o que cada um constrói? Onde está a essência? Em qual momento?

Jú:

Talvez em todos os momentos haja uma essência despercebida
Um dos mistérios do dia-a-dia é descobrir onde está a magia.

Ed:

A magia fica no pensamento de cada um. Isto é a construção de algo mais do que o simples saber.
Magia está no que cremos e não no que vemos.

Everton:

E o que vemos?
Guerra, poluição, políticos, apolíticos, sabe em quem votar?
O encontro pode resumir um momento em que cada um pode expressar seu pensamento.
Viva a globalização, que busca então?

Rafael:

“Essentiale” é acreditar que nossa construção é o que damos como presente de volta a vida, que o que queremos para o futuro é a medida do brilho nossos olhos quando olhamos para nosso presente e que tudo podemos.... quando queremos... .
O impossível que ainda não foi atingido por, talvez, não ter sido tentado”.

Mel:

E qual é a hora de tentar? O impossível vale percorrer o caminho? Se é sempre o mais simples a essência de qualquer destino?

Jú:

Mas o destino nós tentamos a todo momento vivo.
Tentamos melhorá-lo, tentamos amenizar o caminho para percorrer mais pacificamente esse destino.
Tentamos com calma e algumas vezes com certo nervosismo mesmo achar as melhores respostas, as melhores saídas.

Everton:

Quando vem um tempestade saiba que depois sempre vem a calmaria. A vida é feita de fases.

Rafael

Fases que fazem parte das páginas do livro de nossa vida. Uma estrada, nosso caminho e construído porquê, e só pode ser assim porque um dia acreditamos nele.
Grãos de areia
Que se fazem caminho
Pontes para superar rios
Abrigos para não parecermos na jornada.
Tudo é preciso.

Mel

Tudo está num olhar... na maneira de olhar...



Ed

Todos nós somos na verdade pensamento e energia... tudo se propaga para a eternidade

Everton

O propósito de tudo é não ser esquecido, seja pelo que for. Viva o momento! Relacione-se e não deixe de fazer parte do que chamamos de mundo. Quem tem boca vai a Roma é o que dizem.

Josias

Pense no futuro moderadamente.
Viva o presente exaustivamente e
Lembre do passado apenas as coisas boas, sem, no entanto, deixar de aprender com as ruins.

Rafael

Por que supomos que o futuro a nós pertence?

Mel

Acreditamos nele, qualquer que seja, amanhã ou daqui há 50 anos... é como se fossemos eternos, infinito. O amanhã nos pertence sem ainda nem existir, faz parte de nós sem ainda não acontecer, vaga em nossos pensamentos mesmo em sonhos.... o amanhã é presente.



O amanhã começamos hoje, começamos agora. A partir do momento que queremos, que pensamos nele e algumas vezes até o sentimos, sentimos seu cheiro, provamos seu gosto antes mesmo que aconteça.

Alex

Tudo que somos devemos a quem nos proporcionou a vida. Que vida teríamos se nossos pais não nos dessem suporte? Às vezes esquecemos certos valores que são primordiais e necessários em nossas vidas e que jamais nossos pais deixariam que nos esquecêssemos. Por isso e muito mais que não vou relatar agora porque não estou sóbrio. È que digo sem a menos dúvida que se nossos pais não nos dessem suportes, nada seríamos, e o mínimo que podemos fazer para não decepcioná-los é seguir seus ensinamentos. Obrigado Meu Deus pelos pais que temos, os quais acreditam e confiam em seus filhos apesar de todas as “cagadas” que eles fazem.


Fim (porque acabaram as folhas)


Após ainda ficamos discutindo política e outros assuntos, tomando várias. Encerramos nossa noite, cantando qualquer coisa, quando os funcionários do bar já limpavam o chão com mangueira e nos mandavam embora.

4 comentários:

Fabiane. disse...

adooorei a idéiia!!!
e sim, bem se percebe que a conversa foi longa... pequeno o texto não?! hehehe
fico eu aqui pensando o quão feliz não estavam os funcionários do dito bar com aquele bando de maluco que nunca ia embora... hehehe
bjosss

Anônimo disse...

amei como ficou o resultado final
hauhauhuahuahuahuah
e dizer qe tava todo mundo bebaço neh
mas ninguem deixa o coraçao em casa
huahuahuhauhahua
bjsssss a todos que escreveram

Anônimo disse...

Boa...
Conversa vai conversa vem...
política sempre está no meio da fala da galera.

E filosofar !!! É uma coisa tão boa.

tássia disse...

Gostei disso aqui, MÊ!
Inclusive, me apropriei do pensamento de vocês :)
Vá lá no De Improviso ver!
Um beijão.